Páginas

No lançamento do PS4 faltou o... PS4; console deve aparecer na E3

Andrew House é CEO da Sony Computer Entertainment Foto: Reuters 
Um grupo de doze brasileiros, entre centenas de convidados do mundo todo, embarcam no ônibus para a conferência “misteriosa” da Sony em Nova York. Caminhando ao longo do corredor para arrumar um assento, borbulham especulações: “acho que vai custar entre US$ 400 e US$ 500”, “tomara que já anunciem Metal Gear Solid: Ground Zeroes junto”, “será mesmo que vão acabar com a venda de jogos usados?”.

The Hammerstein Ballroom, na 34th Street com a 9th Avenue. Uma voz anuncia no sistema de som que a início da conferência começaria em 15 minutos, 10 minutos, 5 minutos... Até que boom: o telão se acende e uma explosão de cores, barulhos frenéticos e cortes secos de jogos, tomando toda a parede do salão. Anunciam o P, depois o S e depois mais um corte e barulho. Será que é mesmo o PlayStation 4? Todos, anestesiados, riem. Sim, é ele. Começou, o novo console da Sony é realidade. Cadê ele?

A apresentação começa conceitual. A disputa do PS4 é contra a realidade. “Imaginação é a única arma nesta guerra contra a realidade, mas para ganhar não precisamos lutar, precisamos jogar”, dizem as primeiras palavras do vídeo. Tudo muito colorido, tudo muito inovador. O primeiro a subir no palco, cercado por aplausos é Andrew House, CEO da Sony Computer Entertainment. Em outras palavras, o chefão do PlayStation. O executivo explica que o jogador sempre foi a prioridade da marca e que o objetivo do novo console é levar mobilidade e conectividade para outro patamar: a total comunicação entre o videogame, a TV, o portátil PS Vita e tablets. Jogar, não importante onde, nem quando é a prioridade desta nova geração.
Um grupo de doze brasileiros, entre centenas de convidados do mundo todo, embarcam no ônibus para a conferência “misteriosa” da Sony em Nova York. Caminhando ao longo do corredor para arrumar um assento, borbulham especulações: “acho que vai custar entre US$ 400 e US$ 500”, “tomara que já anunciem Metal Gear Solid: Ground Zeroes junto”, “será mesmo que vão acabar com a venda de jogos usados?”.


The Hammerstein Ballroom, na 34th Street com a 9th Avenue. Uma voz anuncia no sistema de som que a início da conferência começaria em 15 minutos, 10 minutos, 5 minutos... Até que boom: o telão se acende e uma explosão de cores, barulhos frenéticos e cortes secos de jogos, tomando toda a parede do salão. Anunciam o P, depois o S e depois mais um corte e barulho. Será que é mesmo o PlayStation 4? Todos, anestesiados, riem. Sim, é ele. Começou, o novo console da Sony é realidade. Cadê ele?


A apresentação começa conceitual. A disputa do PS4 é contra a realidade. “Imaginação é a única arma nesta guerra contra a realidade, mas para ganhar não precisamos lutar, precisamos jogar”, dizem as primeiras palavras do vídeo. Tudo muito colorido, tudo muito inovador. O primeiro a subir no palco, cercado por aplausos é Andrew House, CEO da Sony Computer Entertainment. Em outras palavras, o chefão do PlayStation. O executivo explica que o jogador sempre foi a prioridade da marca e que o objetivo do novo console é levar mobilidade e conectividade para outro patamar: a total comunicação entre o videogame, a TV, o portátil PS Vita e tablets. Jogar, não importante onde, nem quando é a prioridade desta nova geração.


Games Terra