Em 2009, a professora Ariene Bassoli, do Centro de Ciências Biológicas (CCB), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), deu início ao projeto Adote um vira-lata. Desdobrou sua preocupação em proteger cães e gatos, envolvendo universitários interessados na temática. Quem explica o funcionamento da iniciativa é a vice-coordenadora, Lena Carvalho. "Atuamos em quatro eixos: educação para os direitos dos animais, com visitas em escolas e oficinas para alunos da rede pública; controle populacional, com a realização de mutirões de castração mensais; eventos de adoção de animais resgatados; e pesquisas acadêmicas", enumera.
Por realizarem atividades consistentes, o Adote um vira-lata ganhou visibilidade na comunidade acadêmica. Como consequência, passou a ser apoiado pela Pró-reitoria de Extensão Universitária (PROEXT), principalmente no que diz respeito à impressão de materiais educativos. Em 2014, se tornará, de fato, um Programa de Extensão, dentro da UFPE. A missão, segundo Lena, é simples e direta. "O Adote um vira-lata combate o preconceito contra animais sem raça definida".
A experiência de Mirela Soane comprova a seriedade do programa. Traumatizada pela perda de uma antiga gata de estimação, a assessora de marketing e comunicação havia decidido nunca mais adotar um bichano. "Até que minha tia me contou que tinha ficado sabendo da existência de uma gatinha que estava precisando ser adotada. Uma gatinha, por sinal, que era a cara da minha anterior". Mirela se compadeceu e resolveu ir atrás de Miúcha, nome da felina. "Procurei o Adote um vira-lata pra conhecê-la e me apaixonei. E não é que parecia com a outra? Mudei, inclusive, o nome dela pra Lua, que era como eu chamava minha primeira gata", conta.
Em casa, Mirela e o esposo dão continuidade aos cuidados prestados pelo projeto: remédio de verme a cada seis meses; vacinas; alimentação adequada; banhos a cada três meses; escovação; tela de proteção na varanda; caixinha de areia para fazer as necessidades; e uma dúzia de brinquedos específicos. Se você pretende dedicar-se tanto quanto Mirela e o esposo, pode entrar em contato com Ariene ou Lena via e-mail (projetoadoteumviralata@gmail.com), site (www.adoteumvira-lata.com) ou Facebook (facebook.com/projetoadoteumviralata).
Por realizarem atividades consistentes, o Adote um vira-lata ganhou visibilidade na comunidade acadêmica. Como consequência, passou a ser apoiado pela Pró-reitoria de Extensão Universitária (PROEXT), principalmente no que diz respeito à impressão de materiais educativos. Em 2014, se tornará, de fato, um Programa de Extensão, dentro da UFPE. A missão, segundo Lena, é simples e direta. "O Adote um vira-lata combate o preconceito contra animais sem raça definida".
A experiência de Mirela Soane comprova a seriedade do programa. Traumatizada pela perda de uma antiga gata de estimação, a assessora de marketing e comunicação havia decidido nunca mais adotar um bichano. "Até que minha tia me contou que tinha ficado sabendo da existência de uma gatinha que estava precisando ser adotada. Uma gatinha, por sinal, que era a cara da minha anterior". Mirela se compadeceu e resolveu ir atrás de Miúcha, nome da felina. "Procurei o Adote um vira-lata pra conhecê-la e me apaixonei. E não é que parecia com a outra? Mudei, inclusive, o nome dela pra Lua, que era como eu chamava minha primeira gata", conta.
Em casa, Mirela e o esposo dão continuidade aos cuidados prestados pelo projeto: remédio de verme a cada seis meses; vacinas; alimentação adequada; banhos a cada três meses; escovação; tela de proteção na varanda; caixinha de areia para fazer as necessidades; e uma dúzia de brinquedos específicos. Se você pretende dedicar-se tanto quanto Mirela e o esposo, pode entrar em contato com Ariene ou Lena via e-mail (projetoadoteumviralata@gmail.com), site (www.adoteumvira-lata.com) ou Facebook (facebook.com/projetoadoteumviralata).
Fonte: www.diariodepernambuco.com.br