Professores e servidores técnicos administrativos da Universidade de Pernambuco realizam paralisação de advertência na próxima quarta-feira (20) para protestar contra o Plano de Contingenciamento de Gastos (PGG), do Governo do Estado, que, segundo os profissionais, determina cortes dos recursos da Universidade e de outros órgãos governamentais. Também na quarta-feira, os profissionais sairão em passeata do Hospital Universitário Oswaldo Cruz até o Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo
do Estado. A concentração será às 7h.
“A falta de recursos na UPE está afetando as atividades de ensino e os hospitais universitários. A situação é preocupante, colocando em risco o funcionamento da instituição no segundo semestre”, afirma Bernadete Campos, diretora tesoureira da Seção Sindical dos Docentes da Universidade de Pernambuco (Adupe). A paralisação de advertência foi decidia em assembleia na última quarta-feira (13) e atingirá as unidades do Grande do Recife e do Interior, que juntas possuem cerca de 19 mil alunos.
Além da Adupe, o movimento conta com o apoio do Sindicato dos Servidores da UPE (Sindupe) e dos estudantes (DCE Paulo Freire). Entre os problemas apontados pelo movimento, estão a carência de docentes e servidores, condições estruturais precárias das faculdades e inexistência de uma política de assistência estudantil (casa do estudante, transporte etc). Uma nova assembleia está prevista para a quinta-feira (21), às 10h, com local a ser definido, para avaliar o movimento.
Em entrevista ao portal NE10, o reitor da UPE, Pedro Falcão, disse que vem se reunido com o Governo do Estado para tentar resolver problemas financeiros da universidade. “Estamos discutindo ponto a ponto com o Governo sobre todos os gastos da UPE, mostrando as nossas necessidades, e já avançamos bastante. O plano de redução de gastos existe, mas vale destacar que o teto estabelecido para a UPE em 2015 corresponde a R$ 24 milhões, valor bem parecido com o do ano passado”, explicou o reitor. Segundo ele, em 2014 o teto foi de R$ 22 milhões, porém apenas R$ 17 milhões foram empenhados pela universidade por conta do atraso no repasse dos recursos, que só ocorreu no fim do ano, atrasando as licitações. “Também estamos conversando para acelerar os repasses deste ano”, explicou.
Além da Adupe, o movimento conta com o apoio do Sindicato dos Servidores da UPE (Sindupe) e dos estudantes (DCE Paulo Freire). Entre os problemas apontados pelo movimento, estão a carência de docentes e servidores, condições estruturais precárias das faculdades e inexistência de uma política de assistência estudantil (casa do estudante, transporte etc). Uma nova assembleia está prevista para a quinta-feira (21), às 10h, com local a ser definido, para avaliar o movimento.
Em entrevista ao portal NE10, o reitor da UPE, Pedro Falcão, disse que vem se reunido com o Governo do Estado para tentar resolver problemas financeiros da universidade. “Estamos discutindo ponto a ponto com o Governo sobre todos os gastos da UPE, mostrando as nossas necessidades, e já avançamos bastante. O plano de redução de gastos existe, mas vale destacar que o teto estabelecido para a UPE em 2015 corresponde a R$ 24 milhões, valor bem parecido com o do ano passado”, explicou o reitor. Segundo ele, em 2014 o teto foi de R$ 22 milhões, porém apenas R$ 17 milhões foram empenhados pela universidade por conta do atraso no repasse dos recursos, que só ocorreu no fim do ano, atrasando as licitações. “Também estamos conversando para acelerar os repasses deste ano”, explicou.
Fonte:NE 10